-------- Forwarded Message --------

Subject: [redesastres-l] Zika virus- Infección experimental de células neuronales
Date: Fri, 04 Mar 2016 09:44:29 -0500
From: María Antonia Abeledo < Esta dirección de correo electrónico está protegida contra spambots. Usted necesita tener Javascript activado para poder verla. >'; document.write(''); document.write(addy_text41092); document.write('<\/a>'); //-->\n Esta dirección de correo electrónico está protegida contra spambots. Usted necesita tener Javascript activado para poder verla. ;
Organization: CENSA
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-------- Mensaje original --------
Asunto: PRO/PORT>  Zika vírus - infecção experimental de células 
neuronais, informações preliminares
Fecha: 2016-03-03 21:04
Remitente: 
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Destinatario: 
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ZIKA VÍRUS - INFECÇÃO EXPERIMENTAL DE CÉLULAS NEURONAIS,
INFORMAÇÕES PRELIMINARES
***************************************************************************************
Uma mensagem / Una mensaje / de ProMED-PORT
<http://www.promedmail.org>
ProMED-mail e um programa da / es un programa de la
International Society for Infectious Diseases
<http://www.isid.org>
Data: Quinta-feira, 03 de março de 2016
Fonte: G1 [03/03/2016] [editado]
<http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/03/experimento-flagra-zika-atacando-neuronios-pela-primeira-vez2.html>
Experimento flagra zika atacando neurônios pela primeira vez
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Um estudo que simulou o desenvolvimento de cérebros humanos em
laboratório mostrou que o zika ataca neurônios em estágio de
desenvolvimento - evidência mais forte até agora de que o vírus
deve [pode - Mod. RNA] estar por trás de casos de microcefalia no
Brasil.
A conclusão saiu de um experimento em que cientistas da UFRJ
(Universidade Federal do Rio de Janeiro) e do Instituto D'Or criaram
neuroesferas - também conhecidas como "minicérebros" - pequenas
estruturas de neurônios criadas em suspensão em tubos de ensaio.
Neuroesferas são criadas a partir de células da pele de humanos
adultos, que são reprogramadas para regredir a um estágio similar a
células embrionárias e então recapitular o desenvolvimento humano.
Ao infectar essas estruturas com o vírus da zika, um grupo liderado
pelo biólogo Stevens Rehen observou que o patógeno afeta a
formação dos minicérebros.
"Nós mostramos que o ZIKV [vírus da zika] ataca células cerebrais
humanas, reduzindo sua viabilidade e o crescimento  de neurosferas",
escreveram os autores em um estudo divulgado nesta quarta-feira (3)
[março/2016]. "Esses resultados sugerem que o ZIKV impede a
neurogênese [formação de neurônios] durante o desenvolvimento
cerebral humano."
O estudo do grupo de Rehen foi publicado na revista científica PeerJ,
ainda sem passar por um processo de revisão por um grupo independente
- praxe no meio acadêmico.
Caso seja confirmado, o estudo se soma a outras evidências
científicas parciais obtidas até agora para conectar o zika à
microcefalia.
Um estudo de caso-controle - que avalia efetivamente o risco de uma
infecção por zika efetivamente causar microcefalia em um feto -ainda
está em andamento. Testes de infecção em camundongos também ainda
não tiveram resultados revelados. A questão de por que algumas
gestantes acabam tendo seus bebês afetados e outras não, além
disso, ainda é uma dúvida que desafia cientistas.
O trabalho de Rehen, de qualquer forma, encaixa uma das peças mais
importantes do quebra-cabeça. Um grupo de pesquisadores na USP,
liderado pela bióloga Patrícia Braga, conduz experimentos similares
aos de Rehen, e caso obtenha resultados positivos, deve reforçar a
conclusão do colega do Rio.
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Comunicado por: ProMED-PORT <http://www.promedmail.org/pt>
July 28, 2016. Centro Nacional de Sanidad Agropecuaria, webmaster@censa.edu.cu .